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Maravilhosa Virgindade!

 

 

“Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo.“ (2 Coríntios 11:2)

 

A virgindade é o presente mais lindo que um noivo ou uma noiva pode dar ao seu companheiro.

Paulo compara a maneira como ele preparava a igreja como uma noiva se deve preparar para encontrar o marido, pura!

Pois este encontro está muito mal tratado pela sociedade actual, onde a virgindade passou de virtude a motivo de chacota.

É altura de tirar essa poeira.

A virgindade é o presente mais lindo que um noivo ou uma noiva pode dar ao seu companheiro. É um acto de controlo próprio e de amor do qual Deus se agrada e o seu companheiro irá valorizar toda a vida.

Esperar pelo casamento para iniciar a vida sexual com o companheiro é digno da mais alta honra.

Infelizmente a sociedade, querendo dar asas ao seu instinto sexual sem valores, pelo simples prazer do sexo, desvalorizou a virgindade, preferindo entregar a qualquer um as suas intimidades. Hoje, homens e mulheres casam-se com um passado sexual que, querendo eles ou não, deixa marcas e inseguranças no casamento (ou ajuntamento como está na moda). E depois porque se haveria de limitar? A fidelidade vai sendo cada vez mais desvalorizada também, na mesma escala. Faltam valores a esta sociedade.

Deus ajudará quem não pode voltar atrás para mudar as suas decisões, o amor abençoado por Deus pode tudo, mas, para quem vai a tempo, faça isso pelo seu companheiro e por si.

Tenho o maior prazer de eu e minha companheira desta vida termos a certeza que nos vamos entregar apenas um ao outro, uma só carne, a nossa intimidade, o nosso amor!

Se Deus planeou assim, é melhor de certeza assim para o ser humano.

Israel e Palestina – Guerra sem fim

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Todos sabemos que a religião é talvez a causa mais motivadora para as pequenas e grandes guerras.

O fanatismo religioso, leva a uma cegueira que provoca quase sempre grandes estragos naqueles que rodeiam essa pessoa, em todas as áreas da vida, mas especialmente nos relacionamentos.

Assim sendo temos dois lados que reclamam a posse de uma terra que é sagrada tanto para Judeus como para Muçulmanos.

Recorde-se que há uns tempos atrás, essa mesma terra (Jerusalém) foi dividida, a parte ocidental para os Judeus e a parte oriental para os Muçulmanos. A verdade é que esta solução, que se cria, iria resolver o conflito entre os dois povos, não satisfez nenhuma das partes.

Assim, temos os radicais do Hamas, que massacra Israel com os seus rockets e ataques suicidas e temos os Judeus que se defendem e causam estas guerras, mas que no fundo querem a terra só para si.

Ou seja, o fanatismo, como relatei acima, faz com que esta guerra, em pleno Sec. XXI, seja provavelmente, uma guerra sem fim.

Viver longe do Criador?

“Ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou a tua obra: Não tens mãos?” (Isaías 45:9)

A sociedade actual vive cada vez mais para si própria, preocupados com o seu amanhã, cheios de medo do mundo, do futuro, da vida…tudo provoca ansiedade, pânico e depressão!

Na verdade viver longe do Criador nem sequer faz sentido…é como imaginar nós criarmos alguma coisa que depois se esquece de nós e não nos dá valor algum…e que até duvida que existamos. É natural que nos sintamos desprotegidos e frágeis quando assim o fazemos.

As consequências desse afastamento é que a sociedade questiona Deus, como no versículo, não tendo a noção da sua Autoridade Suprema sobre toda a criação.

Somos cacos de barro entre muitos outros cacos e é assim que nos devemos considerar…quanto mais assim nos considerarmos e mais necessitados d’Ele nos sentirmos, mais o Criador nos abençoará com a sua mão poderosa.

É possível você sentir-se protegido, seguro, aconchegado, completo nestes dias maus que correm…com o Criador ao seu lado!

“…Distante de ti Senhor, não posso viver, não vale a pena existir…” (Preciso de ti – Diante do Trono)

Futebol de massas!

Como adepto do futebol e benfiquista que sou, fui com o meu pai a um treino à porta aberta que o FC Porto realizou no seu estádio:). Saí de lá com o meu cérebro a matutar em algumas coisas:

  1. O estádio muito raramente abre para o povo entrar, será que o clube não ganhava mais adeptos, mais simpatia do povo se o abrissem mais vezes para poder ser apreciado pelas pessoas?
  2. Deixaram o povo a derreter ao calor e abriram as portas para as pessoas assistirem ao treino mesmo à hora, com uma multidão a entrar por uma porta, com os jogadores já no relvado…haveria necessidade? Podiam ser mais simpáticos!
  3. Os jogadores comportaram-se como verdadeiras estrelas, às quais os adeptos se vergam e imploram por camisolas e autógrafos, os quais anseiam há dias…mas quê? chegarem-se à bancada para agradar aos seus adeptos que puxam, gritam e chamam por eles o ano todo…e no próprio treino…custava alguma coisa? Mas não, nem pensar…vão as crianças a chorar embora, os adeptos desiludidos e as pessoas encantadas com a sua humildade. Batem uma salva de palmas para os adeptos para limpar a imagem no fim do treino…
  4. Estes grandes clubes podiam ser peça fundamental na educação, integração dos jovens na sociedade, promoção de exercício físico…mas não é para aí que eles estão virados…

Concluindo…neste caso o FC Porto…deve rever estas atitudes…virar o clube para o povo, uma vez que é o povo que o faz grande.

O povo faz o FC Porto grande … O FC Porto acha-se grande … O FC Porto não quer saber do povo (tem lógica?)

Não sei se no meu clube é igual, atenção, mas foi o caso que experimentei.